REMINISCÊNCIAS – Volume 1

MInha mãe, que trabalha com artesanato em madeira, arranjou uma tora uma tora de maderia… nisso eu fui buscar a torra e levar lah pro quintal… quando eu tava transportando ela pelo quintal,  a mardita escorregou da minha mão caindo em cima do meu pé esbagaçando os dedos… minha mãe ligou para os bombeiros pq meu pé tava maior de q uma melancia, e eu gritando e falando um bando de %$#@@%#$#³… duas horas depois ( contadas de relogio) xega um caboco num ambulancia caindo aos peddaços, q mais parecia akeles carros de funeraria ( porem na versão branca)… Ai o infiliz pergunta se esta duendo ( poooorrrrrra se eu toh gritando é pq tah duendo neh carai .. num falei isso mais tive vontade), ai ele olhou meus dedos e perguntou se eu conseguia andar ( ai num deu pra segurar), falei logo: “Pooorrraa se eu conseguisse andar eu já estaria no hospital a 2 horas atras “.. Ai blz fui engatinhando ateh a ambulancia… Fomos para o postão, e o infiliz num errava 1 buraco, se bobiar dava ré soh pra passar em um buraco q tenha esquecido ou num tenha visto… Chego lá no postão vem o medico e pergunta se estava duendo ( pqp, eu me segurei pra naum falar )… depois disso ele foi olhar meu pé com mais cuidado e apertou justamente onde tava esbagaçado.. soltei um berro de desespero, ai o fi di puta pergunta se dueu ( ai num deu pra segura ) disse: “Num dueu não, eu soh gritei pra avisar q vou peidar” , ele fez uma cara feia da porra ( foda-se,cara feia pra mim é fome), e mandou aplicar um remedio pra dor.. e o infermero disgraçado aplicou na batata da perna… o dotor de merda me manda pro hospital pra tirar umas xapas ( mais uma vez o disgramado num errou 1 buraco).. xegou lah todas as cadeiras de rodas estavam ocupadas ai me jogaram numa maca… apos passar pelo corredor q dah acesso a sala de raio-x o outro enfermeiro soltou a porta, e a porra da porta veio com gosto no meu pé esbagaçado ( soltei outro berro de desespero…na hora de tirar a xapa o infiliz queria q eu fizesse trocentas posições com meu pé ( a mãe desse caboco é uma disgramada mesmo)… algum tempo depois axaram uma cadeira de rodas lah ( com um dos pneus da frente furados), ateh ai tudo bem… mais para xegar ao ortopedista tinha q pegar uma rampa muito ingreme e com uma canaleta bem na base… ai pra subir de uma vez o enfermeiro pegou impulsso e estava quase correndo… A porra do pneu furado ficou preso e eu fui arremeçado da cadeira caindo em cima do pé esbagaçado, ai dei um puta berro na hora “CCCCCCCAAAAAAARRRRRRRRRRRRAAAAAAAAAAAALLLLLLLLHHHHHHHOOOOOOO”… Tudo quanto era gente veio ver kem era o “defunto”… depois de um tempo consigo subir na porra da cadeira de rodas… chego no medico ele manda colocar um tala passa paracetalmol e anti-inflamatorio, mais se eu tivesse convênio ele tinha colocado gesso sem pensar 2 vezes, e tambem num tinha passado por todo esse desespero…

MULHER ASPIRINA, EU QUERO O SEU NUMERO DE TELEFONE, PARA PODER  LIGAR QUANDO PRECISAR SER SOCORRIDO.

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2 respostas para REMINISCÊNCIAS – Volume 1

  1. DGirl disse:

    Nossa que dor!
    Quando quebrei o tornozelo tbm não foi fácil!
    Pensei que fosse morrer de dor.. Socorrooo.
    Agora…
    “…MULHER ASPIRINA, EU QUERO O SEU NUMERO DE TELEFONE, PARA PODER LIGAR QUANDO PRECISAR SER SOCORRIDO…”
    Ahh perdoa, mas não teve como não rir!
    Beijos e bom domingo.

  2. DGirl disse:

    Espero que esteja melhor é claro!

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