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Os 20 games mais polêmios já feitos!

09/09/2009

Qualquer formato de mídia e entretenimento pode ser polêmico e controverso, desde livros de RPG até filmes. E, obviamente, os games também são conhecidos por causarem vários tipos de polêmicas. Há jogos que envolvem sexo, drogas, violência extrema… alguns cruzam a barreia do bom gosto, como o Rapelay – um jogo japonês cujo objetivo do protagonista é estuprar mãe e filha (particularmente, eu nunca joguei, então não posso dar uma opinião mais apurada) – e outros causam frisson em somente alguns países. Às vezes pelos motivos mais estranhos…

Alguns títulos fazem parte da história dos jogos eletrônicos por causarem um rebuliço enorme – claro, isto independe do jogo ser bom ou ruim, o foco é o tipo de conteúdo que o jogo trata e não se ele consegue desenvolver este conteúdo de forma satisfatória para o jogador.

Decidi listar aqui os 20 jogos mais controversos da história (pelo menos um deles é até bem ingênuo, a não ser para os governantes brasileiros). Entram aqui games que causaram algum tipo de polêmica entre o governo ou a sociedade. Alguns deles levaram a banimentos ou criação de regras, como a faixa etária dos games. A violência também não precisa ser somente sangue, ela pode acontecer por meio de racismo, machismo, etc. Vamos em ordem alfabética, afinal o primeiro da lista poderia ser o jogo que inventou violência nos games ou o que levou isto ao extremo:

Jogos polêmicos

BioShock – 2006
Matar ou não matar criancinhas para colocar as mãos em um precioso material genético? Pois é, nos Estados Unidos há uma crescente discussão acerca das escolhas morais que os games proporcionam e o estopim para o questionamento foi BioShock.

Jogos polêmicos

Bully – 2006/2008
E a Rockstar consegue de novo… games controversos são com ela mesma e, desta vez, ela resolveu colocar a escola no centro do picadeiro. Os críticos de game dizem que Bully faz com que a violência nas escolas pareça algo trivial. Claro, outras coisas chamam a atenção, como a possibilidade do herói ter relações homossexuais (nunca entendi qual o problema com isso); o professor de educação física ser um tarado e maníaco sexual. O Brasil baniu Bully em 2008: é proibido o comércio, a importação e a disponibilidade do jogo. A multa para quem vender o jogo é de mil reais, e a decisão foi tomada pelo juíz gaúcho Flávia Mendes Rabelo.

Jogos polêmicos

Carmageddon – 1997
Lembra desse? O game de atropelamentos mais famosos de todos os tempos ganhou uma versão diferenciada em países como a Alemanha – ao invés de pessoas, você podia assassinar zumbis e outros seres de ficção. Outros países, como a Austrália, acharam que o jogo era para maiores de 15 (e não 18) anos, e pronto. No Brasil… adivinha? Sim, foi banido.

Jogos polêmicos

Counter-Strike – 1999
Outro game da série: proibido no Brasil porque nosso governo é burro a beça. Olha só, a proibição de Counter-Strike aqui se deu por conta do mapa brasileiro do game. Claro, o mapa que se passa em uma favela no Rio foi criado por um fã e não existe no título propriamente dito. Mas, como o Brasil é mostrado (por um fã) de forma “feia, boba e cabeça de minhoca”, então tivemos que banir este estrupício da natureza. Nossos filhos não vêem violência no Rio, a não se que um game mostre para eles. Não é óbvio?

Jogos polêmicos

Custer’s Revenge – 1982
Se você acha que esta coisa de games mexerem com temáticas como estupro é novidade, pense de novo. O mote de Custer´s Revenge, lançado para Atari era que o protagonista (caubói) escapasse de ataques indígenas para alcançar uma bela índia e bem… você entendeu. Claro, o game sofreu um milhão de processos, por grupos que afirmavam que seu conteúdo era racista e machista.

Jogos polêmicos

Death Race – 1976
O primeiro dos games de corrida em que seu objetivo é atropelar as pessoas. Os pontos são acumulados dependendo de quantas pessoas acabam mortas. Pois é, e o game é de 1976, gente! Basicamente, a comunidade ficou tão alvoroçada que a produção do game teve que acabar.

Jogos polêmicos

Doom – 1993
Além de firmar o gênero de tiro em primeira pessoa e popularizar os jogos em rede, Doom também é considerado um dos primeiros games a conter violência extrema. Com imagens de assassinatos, sangue e demônios, o game foi citado por diversas igrejas como objeto do demônio e chegou a ser considerado um “simulador de assassinatos em série”. A polêmica voltou a ficar em alta depois do genocídio em Columbine High Scool, em 1999, quando os assassinos adolescentes se afirmaram fãs do game e planejaram o crime dizendo que seria parecido com Doom. Muitas famílias chegaram a processar o jogo.

Jogos polêmicos

Duke Nukem 3D – 1996
Strippers explodidas, montanhas de palavrões e defecamento na cabeça de alienígenas = tríade para controvérsia. Existia uma senha para bloquear todo este conteúdo sanguinolento, mas os pais não sabiam que ela existia. No Brasil, o c caso foi pior: em 3 de novembro de 1999, um estudante Mateus da Costa Meira, assassinou três pessoas no cinema, que passava o filme Clube da Luta. Ele foi condenado a 120 anos de prisão, e, em depoimentos citou Duke Nukem 3D – o game tem um cinema na sua primeira fase. O jogo já tinha sido lançado há quatro anos, mas foi proibido.

Jogos polêmicos

Ethnic Cleansing – 2002
O game baseia-se em uma limpeza de etnias e foi criado por uma organização neo-nazista. Isto é, o jogador deve matar todo o tipo de negro e latino que ele encontrar pela frente, até chegar ao sistema de metrôs, onde o foco é o genocídio de judeus. No final, você encontra o Centro de Controle Judaico e descobre que Ariel Sharon planeja dominar o mundo. Ele é o chefão final do game.

Jogos polêmicos

Everquest – 1999
Bom… Everquest é o típico RPG online… Mas o Brasil baniu o game – vale contar que ele não existe oficialmente em território nacional. Nossos gloriosos políticos resolveram que o game pode ser prejudicial à juventude porque elas podem acabar “viciadas” e, para completar, você pode fazer escolhas boas e ruins. Isto é, a possibilidade de fazer escolhas “malignas” é algo que um game não pode ter! Imagina, ninguém nunca faria escolhas ruins na vida, não fossem os games mostrarem que isto existe no mundo.

Jogos polêmicos

Grand Theft Auto: San Andreas – 2004
Todo mundo já sabia que a série GTA contava com homicídios, atropelamentos, prostitutas e mais. O caso que ficou famoso em San Andreas foi um modo chamado Hot Coffee. No games, CJ, o protagonista, levava as garotas para o quarto e tudo que o jogador podia ouvir eram alguns gritos e gemidos. Agora, com a modificação, você podia brincar com seu próprio simulador de sexo (com direto a apertar botões no ritmo certo). Claro, redes mais “ingênuas” como o Wall-Mart pararam de vender o game e muitos pais processaram a produtora do game. Para eles, seus filhos ficaram traumatizados com a cenas de sexo.

Jogos polêmicos

Killer 7 – 2005
A trama de Killer 7 envolve um assassino de 60 anos que pode se manifestar em sete personalidades no mundo real, cada uma com características distintas, como modus operandi (leia-se jeito de matar). Eles também podem coletar o sangue das vítimas para curar os seus ferimentos. O game foi condenado por ter forte violência, cenas de sexo e diálogos pesados.

Jogos polêmicos
Left Behind: Eternal Forces – 2006
Aqui você pode detonar e matar todas as pessoas que não acreditam em Cristo. Sim, isso mesmo! Você deve encontrar o anticristo e transformar todos em seu caminho. Quem se recusa, toma bala.

Jogos polêmicos

Leisure Suit Larry – 1987
O primeiro game de Larry saiu em 1987 para PC. Sua fórmula era bem simples: o game descrevia o ambiente e suas ações deveriam ser escritas, como “open door”. Larry é um virgem de 40 anos que viaja para um resort atrás de garotas. A produtora, Sierra, tinha medo de fazer muita propaganda do produto, pois algumas lojas já tinham se recusado a vender o game. O conteúdo adulto de procura de sexo acabou se tornando uma formúla de sucesso e o primeiro game chegou a vender mais de 250 mil cópias.

Jogos

Manhunt 2 – 2007
Manhunt 2 é do mau, é distorcido, é ultra-violento. Eu adorei e morri de medo. Por conta das cenas de execuções terríveis, seu objetivo é assassinar as pessoas da pior maneira que encontrar, o game foi banido de vários países e sofreu processos nos Estados Unidos. Sufocamentos com sacos plásticos, uso de assessórios para arrancar membros… quão maior a criatividade, maior a pontuação.

Jogos polêmicos

Mortal Kombat – 1992
Antes de Mortal Kombat, Street Fighter dominava a cena de jogos de luta, e a Midway, desenvolvedora, sabia muito bem como chocar as pessoas. Primeiramente, os caras digitalizaram atores de verdade e possibilitaram um avanço enorme em termos de gráficos, depois colocaram sangue (você tinha que desabilitá-lo em uma tela de código, mas ele estava lá), e adicionaram os Fatalities. Por conta disso, Mortal Kombat foi um dos games citados em uma sessão do congresso norte-americano em 1993 para a criação da ESBR, uma organização que impõem a classificação de uma faixa etária indicativa para games.

Jogos polêmicos

Night Trap – 1992
Este é um caso de muito barulho por nada. Um grupo de garotas vai para uma inocente (mesmo) festa do pijama na casa do Sr. e da Sra. Martin, que tem, aparentemente, uma família norte-americana normal. Uma das meninas é vampira e o game começa a pegar fogo daí. Night Trap também foi parar no congresso (na mesma sessão de Doom) e muita gente disse que o game era vergonhoso, ultra-violento, nojento, e que ele encorajava prender e matar mulheres. Ué, mas seu objetivo é exatamente salvar as garotas. Hm??!! Não dá pra entende, certo?

Jogos polêmicos

Postal – 1997
O jogo de tiro se baseia em uma mecânica diferenciada (até então): não basta sobreviver à fase, mas é necessário matar uma certa porcentagem de NPCs em cada mapa. O game era tão violento que foi proibido na Austrália e na Nova Zelândia. Também não ajudou que o game foi nomeado por conta de uma série de homicídios cometidos por carteiros descontentes nas décadas de 1980 e 1990.

Jogos polêmicos

Resistance: Fall of Man – 2006
Calma, o problema aqui não é a quantidade de tiros, mas o uso da imagem de uma igreja. A Manchester Cathedral aparece em meio a alienígenas e sangue, sem permissão, e a Igreja da Inglaterra não ficou muito feliz em perceber isso. Eles pediram um documento de desculpas público e, também, que o game fosse retirado das prateleiras. A Sony realmente pediu as tais desculpas públicas, mas disse que um conto de ficção não tem nada a ver com os “problemas contemporâneos de Manchester”.

Jogos polêmicos

Rule of Rose – 2006
Jogo de terror psicológico e bem pesado, causou controvérsia em diversos países por conta do uso da violência e de um roteiro que se utilizada de sexualidade entre meninas pequenas. Foi banido na Itália, quando o prefeito de Roma Walter Veltroni disse que “as crianças tem o de serem protegidas da violência”. Uma revista italiana chegou a dizer que para vencer o jogo você deve enterrar uma menininha viva.

Bom, na minha sincera e humilde opinião, videogame e realidade não precisam se misturar, então, GOVERNO DE QUALQUER PAÍS QUE SEJA, NÃO META A MÃO NOS VIDEOGAMES!

Eu, pessoalmente, curto MUITO jogos de sangue, violência, e tudo mais. Para um jogo fazer sucesso, é bom ter coisas que sejam consideradas proibidas, pois assim, o público deixa de FAZER essas coisas, pra jogar inofensivamente em um videogame, oras. Ao invés de matar pessoas, descarregue seu stress matando milhares de pessoas. Se não quer ser preso por racismo, ou por matar pessoas que você odeia, JOGUE UM JOGO DE RACISMO ORAS! Não estou incentivando a PRÁTICA do racismo, da violência, etc. Estou incentivando que hajam videogames com isso, para que na vida real não aconteçam!

Quando comecei a jogar jogos violentos nos videogames, minha porcentagem de brigas na escola e de violÊncia e brigas, diminuiu drasticamente! Será que isso não ajuda? Por quÊ será que fiquei menos violento e mais “carinhoso” e amigável deopis de descarregar meu stress atirando em pessoas nos jogos? Atropeando pessoas? Jogando jogos que todos achavam que incentivavam a violÊncia e aos danos morais? MUITO PELO CONTRÁRIO! EU melhorei, fiquei mais calmo, menos stress… GRAÇAS AOS JOGOS QUE SEMPRE PRETENDEM PROIBIR!

Counter Strike, desde seu lançamento, achei o jogo uma porcaria, nem um pouco convincente. Pra tentar me descontrair, resolvi entrar em alguns campeonatos de CS, e ainda assim, a única raiva que eu tinha era do jogo ser muito mal feito, nem um pouco de realismo,e ainda asism, ter tanta gente curtindo, achando que era bom e realista. Para aquela época, o jogo já era mal feito, e na minha opinião, nada violento! Eu mais ria com aqueles gráficos podres do que outra coisa, e quando dava LAG eu amava matar o time que tava com problemas de servidor, NA FAQUINHA! heheh…

KIller7, testei quando trabalhei na UZ Games. Ê joguinho estranho. Gráficos não convincentes, mas o jogo era bom pra se divertir sim! Jogabilidade não era difícil, e tudo mais. Foi dito sobr eo jogo de Atari do cowboy, mas, do memso estilão, só que um jogo mais podre e mais mal feito, era X-MAN, do tarado que tinha de fugir de dentaduras e tesouras, e chegar na porta para fazer “coisas” com as muhleres para passar de fase. Hoje em dia, um dos maiores sucessos do emulador de Atari, acreditem! E eu já tive o cartucho original em mãos, uhauhahuuha

REsumindo, e sem mais delongas, eu realmente acho que seria muito mais útil se não metessem o bedelho no mundo dos games, e deixassem rolar de tudo nele, afinal, a violência se aprende APANHANDO e não JOGANDO VIDEOGAME!

Mas, é basicamente isso!

YATTA!

bye-Q!


MY NAME IS BRUCE – A Lenda Viva!

19/08/2009
Seu nome é BRUCE!
BRUCE FUCKING CAMPBELL!

(E não é dono da sopa CAMPBELLS! heheheh)

E vocês me perguntam: “Mas que diabos isso tema  ver com OTKAUS ou com coisas ORIENTAIS?”
Pois bem: GuanDi, deus chinÊs do TOFU, efeitos especiais ao estilo TOKUSATSU, e diversão contagiante. Ah, teve até brinquedos dele lançados pela Bandai no Japão, e epla MacFarlane Toys nos USA. Deu pra sacar? heheh
BRUCE CAMPBELL é um dos mais famosos otakus do planeta, heheh

Tem gente que vê novela e acha que aquilo é verdade, confunde os atores com os personagens e, não raro, tenta agredir os “vilões” na rua. Por aqui, vira caso até de chamada em capa de jornal. Absurdo. Como a trama de “My name is Bruce” — metacomédia co-escrita, produzida e dirigida por Bruce Campbell, o imortal anti-herói Ash da trilogia “Evil dead”, de Sam Raimi — que brinca com isso.

O filme, que saiu em DVD e Bluray em todos os países exceto o Brasil (e dizem que em breve lançará por aqui, mas, eu duvido), é uma comédia de humor negro que mistura ficção com realidade. Quando um estranho monstro começa a assustar uma cidadezinha de mineiros no meio dos Estados Unidos, matando parte de sua pequena população, um grande fã de Bruce Campbell parte para Hollywood em busca do ator, com a idéia de que, como ele matou muitos demônios nos três “Evil dead”, além de outros filmes B, um a mais não será problema.

Acontece que, na “real”, Bruce é o que é: um ator cult de filmes baratos, nada mais que isso.  Mas ele exagera um bocado em seu perfil, sendo retratado como um perdedor que vive num trailer, anda sempre bêbado, deve dinheiro à ex-esposa, e trata mal os que o procuram em busca de fotos ou autógrafos. Leia o resto deste post »


Eventos: Anime Center 2007 – 6° Ano

21/08/2007

Durante os dias 25 e 26 de Agosto o Clube Hebraica sediará um grande evento para os fãs cariocas de animes e mangá. Neste ano o evento receberá a modelo e designer internacional Yaya Han , considerada pela TV Raí a melhor cosplayer do mundo capa de varias revistas como New Type (EUA), Cosmode (Japão), Animania (Alemanha) e convidada de honra dos principais eventos de Animê e Mangá no México, EUA, Itália, Alemanha e China.

O evento também receberá a presença da delegação do Brasil do campeonato mundial de fantasias no Japão o World Cosplay Summit. A dupla fará a sua primeira aparição após a participação na final mundial em Nagoya (Japão) ocorrida há duas semanas atrás. No evento a dupla falará sobre a ida no Japão e o seu desempenho no concurso além de reproduzirem a apresentação da final ainda inédita no Brasil. A editora JBC realizadora da etapa brasileira do concurso estará sorteando brindes e revistas para os participantes do evento e premiará os ganhadores do concurso de fantasias.

O Canal de TV por assinatura Animax, patrocinador oficial do evento, fará o lançamento dos desenhos Trinity Blood e Basilisk. No evento os visitantes poderão conferir os primeiros episódios das duas séries antes da suas estréias no canal, além de poderem concorrer a sorteio de camisetas exclusivas.

Neste evento estaremos trazendo os dubladores do anime Sakura Card Captors, Daniela Piquet (Sakura), Fábio Lucindo (Shaoran Li) e Ivo Roberto (Kero) e do animê Naruto: Úrsula Bezerra (Naruto), Robson Kumode (Sasuke) e Tatiane Keplemaier (Sakura) para um bate-papo com seus fãs. O bate-papo acontecerá no sábado dia 25/08 e no domingo dia 29/08 às 14h.

No AC de aniversário de 2007 o público poderá conhecer e experimentar a nova onda que rola no Japão, a febre das bonecas Dolfies. As Dolfies são bonecas que se assemelham muito ao humano em sua aparência e expressões. Articuladas e feita de materiais como resina ou vinil tem suas peças totalmente articuladas, e customizáveis, sendo possível comprar – e trocar – suas roupas, cabelos, olhos, mãos e pés. No AC de aniversário acontecerá pela primeira vez o encontro de colecionadores de Dolfies.

Outras Atrações

– Nintendo Wii O público irá conhecer e jogar a mais nova geração de consoles da Nintendo.

Card Games: os Jogos de cartas colecionáveis de estratégia nos quais os participantes devem derrotar o(s) oponente(s) com baralho que ele mesmo monta, seguindo uma estratégia própria.

Conexão Japão: As atividades culturais japonesas têm vez no AC Aniversário, além de exposição de artefatos japoneses, os fãs poderão levar para casa seu nome escrito em japonês!

Concurso de Animekê: o público terá um local próprio dentro do evento para cantar os temas dos seus animes, séries e games preferidos.

Concurso AC Aniversário Cosplay: A palavra é uma junção de duas outras: costume (fantasia) + play (brincar). Competição onde o cosplayer se caracteriza como um personagem de algum livro, mangá, jogo ou filme que queira homenagear, representando a personalidade deste.

Oficina de Desenho: participará com a presença de seus artistas, que estarão transformando o público em desenhos de mangá, estilo personagens SD (Super Deformed) ou caricaturas. Também haverá exposição de desenhos de seus alunos do Curso de Mangá.

Estandes de vendas: Espaço da feira destinada à venda de produtos pertencentes ao “mundo” do anime e mangá.


Game Boy: a LOP-RJ fará o Torneio Unificado – Liga Kanto. Campeonato de “Pokémon” para o videogame da Nintendo Ah, o Ranking já está contando!
Confira no site o que é necessário para se dar bem nesse Mega-Torneio

RPG Center: Durante o evento os fãs poderão participar de mesas de RPG ( “jogo de interpretação”) Em que uma aventura é desconhecida para os participantes, exceto para o Mestre do Jogo.

Anime Quiz Center: Tradicional jogo com perguntas e respostas entre duas equipes.

 

Anime Date: Atração consagrada nos Anime Centers, é uma brincadeira para descontrair e “aproximar” os fãs e quem sabe, favorecer o encontro de “almas-gêmeas”.

Serviço
Anime Center Aniversário 6

www.animecentereventos.com.br
Dias: 25 e 26 de agosto
Horário: 11h às 19h

Local: Clube Hebraica
Rua das Laranjeiras, 346 – RJ
(Metrô Linha 1 – Largo do Machado – Integração R. da Laranjeiras)

Ingresso:

R$ 12,00 (na porta)

R$ 10,00 (antecipado ou na porta junto com a doação de um quilo de alimento não perecível)